Como ajudar filh@ ou net@
mesmo que el@ pareça
estar "rebelde"?
Seja quando filh@ não quer mais ir na aula
Tem sido mais "rebelde" em casa
Ou Traz falas de suspeita de violência física, moral ou sexual
seja quando desobedece os avós
é muito comum que
se precise de mais dados precisos e fidedignos para garantir que sua próxima geração não fique em risco de ser injustiçad@
E além disso...
Se tem insegurança em como seguir para não perder a guarda ou direito de visita
Atrapalha o processo de harmonia em casa
Ou quando NÃO se sente confortável em conversar com a escola sobre o comportamentod@ filh@/net@
Quanto antes você conseguir resolver isso melhor
porque senão pode ser que ...
Pode ficar muito mais difícil conciliar sua vida em casa com demais pessoas que cuida, pois o comportamento dess@ filh@ exige de ti muito tempo e energia com estresse.
Pode ficar em sobrecarga piorando até seu tempo, sua saúde mental e de como lidar com um processo de educar cheio de incertezas futuras porque sente que não pode contar com a outra figura parental dos filhos/netos.
Estar Sem saber como lidar com a posição de hierarquia, como exigir e como ser responsiv@
O Cenário de como prestar suporte a ess@ filh@/net@ com base no seu nível de resiliência/recursos internos, pois em casos del@ estar sofrendo violência, por exemplo, afeta até a própria longevidade.
Há correlações entre disfunções na idade adulta com abuso sexual na infância (WANG et al., 2023). No contexto da alienação parental, a criança é frequentemente submetida a uma manipulação que distorce sua percepção da realidade, sendo levada a internalizar as representações hostis e narcisistas de um genitor sobre o outro (SLEED, 2021). Para mitigar esses danos, a avaliação psicológica com crianças não deve ser meramente investigativa, mas um espaço de proteção e ressignificação. Conforme descreve Finn (2017), ao utilizar técnicas como a fábula ou o desenho, o avaliador ajuda a criança a organizar sentimentos confusos, permitindo que ela se sinta compreendida e menos fragmentada pelas lealdades divididas impostas pela dinâmica familiar. Assim, a qualidade da intervenção avaliativa pode atuar como um fator de proteção, oferecendo à criança uma narrativa coerente que preserve seu desenvolvimento emocional em meio ao ambiente negativo (SLEED, 2021). Portanto, a avaliação personalizada deve considerar esses elementos para que o laudo não seja apenas um documento processual, mas uma ferramenta de saúde mental para o menor. Segundo Finn (2017), o sucesso desse processo ocorre quando a criança e seus cuidadores conseguem visualizar soluções para problemas que antes pareciam insolúveis.
FINN, S. E. Pela perspectiva do cliente: teoria e técnica da avaliação terapêutica. São Paulo: Hogrefe, 2017.
SLEED, M.; ISOSÄVI, S.; FONAGY, P. A avaliação do risco representacional (ARR): Desenvolvimento e propriedades psicométricas de um novo sistema de codificação para avaliar o risco na relação pais-bebê. Infant Mental Health Journal, [s. l.], v. 42, n. 4, p. 529–545, 2021.
WANG, S.-J. et al. The Relationship Between Child Sexual Abuse and Sexual Dysfunction in Adults: A Meta-Analysis. Trauma, Violence, & Abuse, [s. l.], v. 24, n. 4, p. 2772–2788, 20 out. 2023.
Quanto antes você contratar umapsicóloga para avaliar os recursos de filh@ com base nos princípios humanistas com prática centrada na pessoa e na sua família em processo de envelhecimento mais você pode descobrir sua forma singular e científica de cuidar bem d@s seus filh@s/net@s independente do momento da vida deles. Isso é possível porque aqui se utiliza a Abordagem Centrada na Pessoa (ACP) com bases comprovadas inicialmente pelo psicólogo norte-americano Carl Rogers que fundamentou a terceira força da Psicologia, uma abordagem que prioriza autoconfiança, autonomia e relacionamentos eficazes. Isto você encontra aqui com
AVALIAÇÃO TERAPÊUTICA
Experimente espaços de relacionamentos autênticos
Aqui é Sobre ter Testes Psicológicos Para Se Conhecer Ainda Mais
Metodologia em até 5 sessões:
É importante notar que a avaliação terapêutica de uma criança com suspeita de alienação parental pode variar dependendo da complexidade do caso, das necessidades da criança e da abordagem da psicóloga humanista ACP Juliana. Por isso, aqui está uma estrutura geral dividida em até (pode ser necessário menos ou mais, dependendo do que vai tendo de resultados nos testes) cinco sessões:
Sessão 1: Entrevista Inicial e Coleta de História
Objetivo: Estabelecer uma relação terapêutica, coletar informações sobre a história da criança e a dinâmica familiar.
Tarefas:
Entrevista com a criança para entender suas percepções, emoções e experiências.
Entrevista com os pais para obter informações sobre o histórico familiar, relações parentais e qualquer evidência de alienação parental.
Observação do comportamento da criança em interações com ambos os pais (se possível).
Sessão 2: Avaliação Psicológica Inicial
Objetivo: Identificar fatores psicológicos que possam contribuir para a dinâmica da alienação parental.
Tarefas:
Aplicação de testes de resiliência para avaliar a capacidade da criança de lidar com o estresse e superar adversidades.
Avaliação de sintomas emocionais e comportamentais da criança.
Exploração de possíveis indicadores de manipulação emocional.
Sessão 3: Avaliação do Ambiente Familiar
Objetivo: Compreender a dinâmica e o ambiente familiar, identificando possíveis fontes de estresse e conflito.
Tarefas:
Entrevistas individuais com cada genitor para explorar suas percepções e comportamentos em relação à criança.
Observação do comportamento da criança em diferentes contextos familiares.
Avaliação do ambiente familiar, incluindo o suporte emocional disponível para a criança.
Sessão 4: Intervenções Terapêuticas Iniciais e Feedback
Objetivo: Iniciar intervenções terapêuticas e fornecer feedback preliminar aos pais e à criança.
Tarefas:
Apresentar os resultados iniciais da avaliação psicológica e discutir os pontos fortes e áreas de preocupação.
Iniciar intervenções terapêuticas para fortalecer o relacionamento entre a criança e ambos os pais.
Oferecer estratégias para melhorar a comunicação e reduzir conflitos familiares.
Sessão 5: Avaliação Contínua e Plano de Intervenção
Objetivo: Revisar o progresso, ajustar o plano de intervenção e discutir estratégias para prevenir ou lidar com a alienação parental.
Tarefas:
Avaliar o impacto das intervenções realizadas até o momento.
Realizar avaliações de resiliência adicionais, se necessário.
Colaborar com os pais para desenvolver estratégias de coparentalidade mais saudáveis.
Estabelecer um plano de acompanhamento e monitoramento para garantir a continuidade do progresso terapêutico.
*Lembre-se de que cada caso é único, e a abordagem terapêutica vai ser adaptada às necessidades específicas da sua criança e da família envolvida. O trabalho colaborativo com os pais é crucial para o sucesso da intervenção.
Quem é a psicóloga facilitadora
Juliana Frighetto @juliana.frighetto
Psicoterapeuta Humanista ACP
Mestre em Envelhecimento Humano
com doutorado em Avaliação Psicológica de forças de caráter
37 anos, adora conversar, viajar e assistir filmes. Mãe da Yohanne. Tem um peludo da raça Yorkshire. Acredita em um mundo justo e bom para as pessoas até quando elas parecem não merecer. A Juliana tem formação técnica psicológica desde 2010 em cuidados ao longo do envelhecimento como Mestre em Envelhecimento Humano pela UPF (Universidade de Passo Fundo-RS) - dissertação , Autopercepção; com doutorado em Psicologia- ênfase em Avaliação Psicológica (USF-São Paulo) em que pesquisou sobre Forças de caráter, percepção de suporte familiar, saúde e satisfação com a vida. Psicóloga formada pela Universidade Regional Integrada - Campus Frederico Westphalen - RS. Na Experiência no convento do Notre Dame era professora assistente das crianças; na 19ª Coordenadoria Regional de Saúde (2008- 2009) trabalhou com as integrantes do caso Bernardo, em supervisão de estágio em ONGs que assistem crianças (2015-2017); orientação de TCCs de relações intergeracionais (2017) e lecionou Psicologia Jurídica na graduação em Psicologia e em Direito. Atende famílias com crianças em demandas judiciais na Clínica EnvelheSer em Família. Em uma pesquisa realizada pela @potencialpesquisas na cidade de Passo Fundo RS em 2023 considerando três fatores principais de qualidade de serviço, qualidade do atendimento e relacionamento com o cliente, todos com o mesmo peso sobre o resultado final, com população representando uma unidade amostral, 413 pessoas entrevistadas, indicou a Clinica EnvelheSer como primeiro lugar no segmento. A marca EnvelheSER é registrada no INPI para Serviços de Consultoria/Assessoria em Saúde e oferece cursos específicos para outroas psicólogas que fazem supervisão em Psicologia Humanista Abordagem Centrada na Pessoa. CRP07/19462 E-mail: juliana@envelheseremfamilia.com.br Currículo completo aqui.